Nosso Bairro

PROCURADOS!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

QUE PROFISSÃO É ESSA?

Iniciamos hoje a sequência de postagens sobre QUE PROFISSÃO É ESSA?


O curso escolhido é o Técnico em Química, ministrado pelo Cotel (Colégio Ténico de Lorena), vinculado a Escola de Engenharia de Lorena (EEL) - USP.



O Colégio O Colégio Técnico de Lorena - COTEL, vinculado à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, é uma instituição de Ensino Médio e Habilitação Profissinal de Técnico em Química, oferecidos de forma concomitante, autorizado a funcionar pelo Parecer CEE 657/95.
USP- Fundada em 29 de abril de 1969, reconhecida pelo Decreto nº. 79066/76 e incorporada ao Sistema de Ensino Superior do Estado de São Paulo.

A EEL - USPé um estabelecimento de Ensino Superior sob a forma de autarquia em regime especial, por determinação da Lei nº. 7392 de 7 de julho de 1991, e pelo Decreto Estadual nº. 33.873, de 27 de setembro de 1991, vinculada à Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo.

A atividade do Técnico em Química está na manipulação de matériais químicos na produção de produtos para as indústrias de alimentos, metalúrgica, exploração de minérios, agroindústria, oleiro cerâmico, medicamentos, perfumes, empresa de produção de energia, órgãos governamentais que tratam do meio ambiente, controle de qualidade de alimentos, etc.

Missão do Cotel Promover a formação integral do aluno, pessoal e profissional, por meio de um ensino de qualidade, buscando formar cidadãos responsáveis, críticos, criativos e atuantes, com sólida preparação técnica e acadêmica, de forma a permitir a continuidade de seus estudos no curso superior e seu ingresso, com competência, no mercado de trabalho, assim como na sociedade.Valorizar e desenvolver nos alunos as qualidades e potencialidade exigida para um bom profissional. Proporcionar ao aluno uma excelente formação pessoal e profissional preparando-o para:

- Atuar na sociedade; valorizando a formação humana, procurando a melhoria das relações aluno-aluno, aluno-professor, aluno-instituição, aluno-sociedade e instituição e pais..
- Inserir-se, de forma competente, no mercado de trabalho.. Adequar-se à realidade social, política e econômica do mundo atual.

- Possibilitar aos formadores atualização e reflexão constantes no aspecto técnico-acadêmico.- Aproximar a teoria da prática, promover a interdisciplinaridade e a integração da escola com a comunidade em geral.
- Melhorar a organização e o acompanhamento dos estágios.
- Estimular a gestão participativa.
O COTEL tem aulas em perído Integral (manhã e tarde), com duração de 3 (três)anos. Para obtenção de título de Técnico em Química, o estágio supervisionado de um total de 1100 horas é obrigatório.

Coletivo a hidrogênio


Ônibus montado no Brasil faz parte de experimentos mundiais para redução da poluição do ar.
Um ônibus movido a hidrogênio passará a rodar provavelmente ainda neste mês de junho numa linha convencional urbana entre os bairros do Jabaquara, na zona Sul de São Paulo, e São Mateus, na zona Leste, passando pelos municípios de São Bernardo do Campo, Diadema, Santo André e Mauá, dentro da Região Metropolitana de São Paulo. O feito é inédito no Brasil e traz muitas novidades. Veículos movidos por essa tecnologia são silenciosos e não emitem poluentes. Eles lançam no ambiente apenas vapor-d’água e trazem benefícios à saúde porque não contribuem para o surgimento de doenças respiratórias, além de umidificar o ar das grandes cidades.
(ler mais)


Ao lado dos biocombustíveis e dos veículos elétricos, o hidrogênio é visto por especialistas como uma real alternativa para os derivados de petróleo que emitem poluentes e tendem a escassear no futuro porque as reservas de óleo e gás natural são finitas, tanto pelo esgotamento de anos de exploração como pelo aumento do consumo mundial. Assim, a experiência brasileira se enquadra dentro de uma série de experimentos que são realizados pelo mundo com carros e ônibus a hidrogênio no lugar da gasolina e do diesel com o objetivo de diminuir os gases nocivos às pessoas e ao planeta.

O ônibus foi montado no Brasil com financiamento do Global Environment Facility (GEF), ou Fundo Global para o Meio Ambiente, uma agência ligada ao Banco Mundial, que financia iniciativas de desenvolvimento sustentável em vários países. “Fizemos parcerias no Brasil e no exterior para montar o ônibus e transferir tecnologia para o país porque no início o projeto era para comprar os ônibus prontos na Europa. O argumento foi que o Brasil é o maior produtor de ônibus do mundo [em 2008 foram produzidos 44.111, sendo 27.948 exportados, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea)] e temos uma longa tradição na indústria de carrocerias de ônibus”, diz Carlos Zündt, gerente de planejamento da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), ligada à Secretaria dos Transportes Urbanos do Estado de São Paulo, instituição que ficou responsável pelo desenvolvimento e gerenciamento do projeto e vai colocar o ônibus a hidrogênio no corredor metropolitano exclusivo de 33 quilômetros (km). O objetivo aqui é incorporar, integrar e desenvolver tecnologia de uso do hidrogênio como combustível e preparar as empresas para esse futuro mercado.
Em outros projetos semelhantes realizados no mundo prevaleceu a compra de ônibus prontos, principalmente da Mercedes-Benz, que possui um modelo da série Citaro que funciona a hidrogênio e já roda em várias cidades europeias, principalmente em Berlim, na Alemanha, que possui 18 veículos. Na Europa, desde 2004, o projeto Clean Urban Transport for Europe (Cute), ou Transporte Urbano Limpo para a Europa, financiado pela União Europeia, permitiu que 38 ônibus Citaro movidos a hidrogênio circulassem por nove cidades como Londres, Madri, Barcelona, Amsterdã, Hamburgo, Stuttgart, Luxemburgo, Porto e Estocolmo. Eles já rodaram 135 mil horas e a experiência se mostrou ambientalmente sustentável. Outros três projetos foram realizados em Reykjavik, na Islândia, Pequim, na China, e em Perth, na Austrália. Ao todo foram utilizados 47 ônibus. O projeto tem 31 parceiros entre órgãos dos governos, indústrias e universidades. Todos, inclusive o brasileiro, são projetos de demonstração e teste da tecnologia em condições reais e nenhum deles teve objetivos comerciais simplesmente. No caso brasileiro, a EMTU terá, como compromisso previsto no investimento, que testar o ônibus e apresentar os resultados e a experiência ao GEF, que poderá distribuir relatórios com a experiência para outros países.
A reportagem completa no link http://www.revistapesquisa.fapesp.br/index.php?art=3882&bd=1&pg=1&lg

(Fonte: Marcos de Oliveira Edição Impressa 160 - Junho 2009 FAPESP ) .

Postado por: Profª. Rosângela Viana.

Template - Dicas para Blogs

Recadinho!


Onde Reciclar?